ANTOLOGIA

SÃO JOÃO CRISÓSTOMO

«Cristo confiou-nos o ministério da reconciliação» (2Cor 5,18). São Paulo faz ressaltar assim a grandeza dos apóstolos, mostrando-nos que ministério...
Esta parábola trata da conversão dos homens a Deus, alguns desde tenra idade, outros um pouco mais tarde e alguns...
Os discípulos são de novo joguete das vagas, e cai sobre eles uma tempestade semelhante à primeira (Mt 8; 24);...
Cristo confiou-nos o mistério da reconciliação (2Cor 5,18). São Paulo realça a grandeza dos Apóstolos ao mostrar-nos que mistério lhes...
Ao aproximar-se de Jesus, a Cananeia só diz estas palavras: «Tem piedade de mim» (Mt 15,22), mas os seus gritos...
Quanto mais o rei se aproxima, mais necessidade temos de nos preparar. Quanto mais se aproxima o momento em que...
ÀS FONTES...

Σοφία

Na teologia cristã, «sabedoria» (Do hebraico: חכמה transliteração: CHOKMAH pronunciado: Khok-bucho, grego: Σοφία, Sophia; Latina: Sapientia) descreve um aspecto de Deus, ou o teológico conceito sobre a sabedoria de Deus. Sofia, (grego Σοφία) é um conceito em teologia cristã. Na cristologia, Cristo, o Logos, como o Filho de Deus foi identificado com a Sabedoria Divina desde os primeiros tempos. Uma posição minoritária identificou a Divina Sabedoria com o Espírito Santo. A identificação de Cristo com a Sabedoria de Deus é antiga, e foi explicitamente indicado pelos primeiros Padres da Igreja , incluindo o Mártir São Justino e Orígenes. A forma mais evidente da identificação da Sabedoria Divina com Cristo está em 1 Cor 1: 17-2: 13 ( . . . )
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BYBLOS (Biblioteca)

As paixões segundo a Filocalia dos Santos Padres Népticos

A finalidade da oração do coração é a obediência ao ensinamento do Evangelho de orar sem cessar: essa prece consiste na fusão da invocação do nome de Jesus e da oração do publicano: «Meu Deus, tem piedade de mim, pecador!» (Lc: 18,13) O que resulta: «Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim, pecador».
Signature Wilma Steagall De Tommaso

Introdução à Filocalia

Resumo

O artigo pretende apresentar, de forma sucinta, a «Philocalie des Pères Neptiques: À l’école mystique de la prière intérieure». Trata-se de uma coleção de sete volumes que contém textos monásticos originais dos Pais do Deserto do Oriente. Com ênfase no pensamento de Evágrio Pôntico (345-399), os textos estão em ordem cronológica e começam por Santo Antão, século IV, conhecido como o pai dos monges, e vão até Simeão de Tessalônica (+1429). Esse vasto tratado dá a direção àqueles que pretendem seguir o caminho ascético, a começar pela difícil batalha interior: a luta contra as próprias paixões. Para isso, o monge deve aceitar a morte, aprender a oração do coração. É a práxis que liberta o asceta das paixões e o torna livre para amar. Esse é o aspecto do tratado literário que será aqui descrito. «Philocalie des Pères Neptiques: À l’école mystique de laprièreintérieure» — é um vasto tratado, integralmente transcrito, não apenas substratos, dos Pais do deserto acerca da «escola mística da prece interior». Essa escola trata de sugerir uma ação (a praxis) e a contemplação cuja finalidade é descobrir «o tesouro escondido no coração», alusão à parábola do Evangelho (Mt 13: 47-50) que descreve um homem, tendo achado um tesouro no campo, vende tudo o que tem para possuir esse tesouro. Em 1782, no final do século XVIII, o monge grego Nicodemos o Hagiorita publicou a «Filocalia» em língua grega. A obra foi publicada em Veneza, pois livros cristãos não podiam ser publicados no Império Otomano. Logo depois, em 1793, Païsij Velitchkosky, na Moldávia, traduziu a obra para a língua eslava e a publicou na Rússia. A obra foi traduzida para o francês a partir da 4ª edição grega (Atenas, 1976) por Jacques Touraille, sob a responsabilidade de Boris Bobrinskoy e do Grupo de tradução da Filocalia, em 11 volumes pelas Éditions de Belle Fontaine de 1979 a 1991 (...)