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Suplemento Litúrgico para os Domingos e Grandes Festas  Domingo, 12 de abril de 2020:
 
 
 

Domingo de Ramos:
A «Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém»

(Domingo antes da Páscoa - Modo Próprio)

(Liturgia de São João Crisóstomo)

Matinas

Evangelho

[MT 21:1-11; 15-17]

Evangelho de Jesus †Cristo, segundo o Evangelista São Mateus.

aquele tempo, quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes: "Ide ao povoado aí em frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada e, com ela, um jumentinho. Soltai-a e trazei-mos. E se alguém vos disser alguma coisa, respondereis que o Senhor precisa deles, mas logo os devolverá". lsso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: Dizei à Filha de Sião: eis que o teu rei vem a ti, modesto e montado em uma jumenta, em um jumentinho, filho de um animal de carga. Os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes ordenara: trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes. E ele sentou-se em cima. A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores e os espalhavam pelo caminho. As muitidões que o precediam e os que o seguiam gritavam: Hosana ao Filho de Davi!Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus! E, entrando em Jerusalém, a cidade inteira agitou-se e dizia: "Quem é este?" A isso as multidões respondiam: "Este é o profeta Jesus, de Nazaré na Galileia" (...) Os chefes dos sacerdotes e os escribas, vendo os prodígios que fizera e as crianças que exclamavam no Templo "Hosana ao Filho de Davi!", ficaram indignados lhe disseram: "Estás ouvindo o que estão a dizer?" Jesus respondeu: "Sim. Nunca lestes que: 'Da boca dos pequeninos e das criancinhas de peito preparaste um louvor para ti?' Em seguida, deixando-os, saiu da cidade e dirigiu-se para Betânia. E ali pernoitou.

Divina Liturgia

Issodikon

O Senhor é Deus e a nós se revelou,
bendito o que vem em nome do senhor!

Salva-nos, ó Filho de Deus,
que estás sentado sobre um jumentinho,
a nós que a Ti cantamos: aleluia!

Apolitikion (Modo 1)

Ó Cristo Deus, dando-nos, antes da tua Paixão,
uma garantia da ressurreição geral,
ressuscitaste Lázaro dos mortos;
por isso, nós também, como os filhos dos hebreus,
levamos os símbolos da vitória, clamando:
Ó vencedor da morte, hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!

Kondakion da Festa (Modo 4)

Fomos sepultados contigo pelo batismo, ó Cristo Deus,
e pela tua Ressurreição, merecemos a vida eterna.
Por isso, a Ti cantamos em alta voz: hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!

Kondakion (Modo 2 Pl.)

Ó Cristo Deus, que nos céus estás sentado num trono,
e na terra montado num jumentinho,
recebeste com agrado o canto dos Anjos
e o louvor das crianças que te aclamavam:
bendito és, Tu que vieste para fazer Adão reviver!

Hipacoï

Os Judeus, louvaram primeiro a Cristo Deus com ramos
e, em seguida, prenderam-no com varapaus.
Quanto a nós, honremo-lo sempre como benfeitor
e com fé inabalável, clamemos:
bendito és Tu que vieste para fazer Adão reviver!

Prokimenon

O Senhor é Deus e a nós se revelou.
Bendito o que vem em nome do senhor!

Louvai o Senhor, porque ele é bom,
porque a sua misericórdia é eterna.

Epístola

[FP 4: 4-9]

Epístola do Apóstolo São Paulo aos Filipenses.

rmãos, alegrai-vos sempre no Senhor! Repito: alegrai-vos! Que a vossa moderação se torne conhecida de todos os homens. O Senhor está próximo! Não vos inquieteis com nada; mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades pela oração e pela súplica, em ação de graças. Então a paz de Deus, que excede toda a compreensão, guardará os vossos corações e pensamentos, em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, honroso, virtuoso ou que de qualquer modo mereça louvor! O que aprendestes e herdastes, o que ouvistes e observastes em mim, isso praticai. Então o Deus da paz estará convosco.

Aleluia

Cantai ao Senhor um cântico novo,
porque ele operou maravilhas!

Todos as extremidade da terra
viram a salvação de nosso Deus.

Evangelho

[JO 12:1-18]

Evangelho de Jesus†Cristo, segundo o Evangelista São João.

aquele tempo, Seis dias antes da Páscoa Jesus foi a Betânia, onde estava Lázaro, que ele ressuscitara dos mortos. Ofereceram-lhe aí um jantar; Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria, tendo tomado uma libra de um perfume de nardo puro, muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos; e a casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo. Disse, então, Judas Iscariotes, um de seus discípulos, aquele que o entregaria: "Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários para dá-los aos pobres?" Ele disse isso, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa comum, roubava o que aí era posto. Disse então Jesus: "Deixa-a; ela conservou esse perfume para o dia da minha sepultura! Pois sempre tereis pobres convosco; mas a mim nem sempre tereis". Grande multidão de judeus, tendo sabido que ele estava ali, veio, não só por causa de Jesus, mas também para ver Lázaro, que ele ressuscitara dos mortos. Os chefes dos sacerdotes decidiram, então, matar também a Lázaro, pois, por causa dele, muitos judeus se afastavam e criam em Jesus. No dia seguinte, a grande multidão que viera para a festa, sabendo que Jesus vinha a Jerusalém, tomou ramos de palmeira e saiu ao seu encontro, clamando: "Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e o rei de lsrael!" Jesus, encontrando um jumentinho, montou nele, como está escrito: Não temas, filha de Sião! Eis que vem o teu rei montando num. jumentinho! Os discípulos, a princípio, não compreenderam isso; mas quando Jesus foi glorificado, lembraram-se de que essas coisas estavam escritas a seu respeito e que tinham sido realizadas. A multidão, que estava com ele quando chamara Lázaro do sepulcro e o ressuscitara dos mortos, dava testemunho. E por isso, a multidão saiu ao seu encontro: soubera que ele havia feito esse sinal.

Hirmos

O Senhor é Deus e a nós se revelou!
Celebrai a festa e alegrai-vos,
e vinde, glorifiquemos a Cristo,
levando palmas e ramos de oliveira
e cantando-lhe hinos, dizendo:
bendito o que vem em nome do Senhor, nosso Salvador!

Kinonikon

O Senhor é Deus e a nós se revelou.
Bendito o que vem em nome do Senhor.
Aleluia, aleluia, aleluia!

OBS.: Em vez de "Vimos a verdadeira luz ..." canta-se o 1º Apolitíkion.

«O Domingo de Ramos»

o ponto de vista litúrgico, o sábado de Lázaro se apresenta como a preparação do Domingo de Ramos; dia em que se celebra a entrada do Senhor em Jerusalém. Essas duas festas têm um tema em comum: o triunfo e a vitória. O sábado revelou o Inimigo que é a morte; o domingo anuncia a vitória, o triunfo do Reino de Deus e a aceitação pelo mundo de seu único Rei, Jesus Cristo. A entrada solene na cidade santa foi, na vida de Jesus, seu único triunfo visível; até aí, ele tinha recusado qualquer tentativa de ser glorificado e é apenas seis dias antes da Páscoa que ele não só aceitou de bom grado, como provocou mesmo o acontecimento. Cumprindo ao pé da letra o que dissera o profeta Zacarias )— "Eis o teu Rei que vem montado numa jumenta" (Zac. 9:9), ele mostra claramente que queria ser reconhecido e aclamado como o Messias, Rei e Salvador de Israel. O texto do Evangelho sublinha, com efeito, os traços messiânicos: os ramos, o canto de Hosanna, a aclamação de Jesus como Filho de Davi e Rei de Israel. A história de Israel chega ao seu fim: tal é o sentido deste acontecimento. O sentido desta história era o de anunciar e preparar o Reino de Deus, a vinda do Messias. Hoje é o dia em que isto se cumpre, pois eis que o Rei entra em sua cidade santa e nele todas as profecias e toda a espera de Israel encontram seu término: ele inaugura seu Reino.

A liturgia deste dia comemora este acontecimento; com os ramos nas mãos, nós nos identificamos com o povo de Jerusalém, com o qual saudamos o humilde Rei, recitando-lhe nossa Hosanna. Mas, qual é o sentido disto para nós, hoje?

JesusPrimeiramente, nós proclamamos que o Cristo é nosso Rei e nosso Senhor. Muito freqüentemente nós nos esquecemos que o Reino de Deus já foi inaugurado, que no dia do nosso Batismo nós fomos feitos cidadãos dele, e que nós prometemos colocar nossa fidelidade a esse Reino acima de qualquer outra. Não esqueçamos que, durante algumas horas, o Cristo foi verdadeiramente Rei sobre a terra, Rei neste mundo que é o nosso. Por algumas horas apenas e numa única cidade. Mas, da mesma maneira que em Lázaro nós reconhecemos a imagem de todo homem, podemos ver nesta cidade o centro místico do mundo e de toda a criação. Tal é o sentido bíblico de Jerusalém, a cidade, o ponto focal de toda a história da salvação e da redenção, a santa cidade do Advento de Deus. O Reino inaugurado em Jerusalém é, pois, um Reino universal, abraçando todos os homens, e a criação inteira. .. por algumas horas, e entretanto, essas horas são decisivas; é a hora de Jesus, a hora do cumprimento por Deus de todas as suas promessas e de todas as suas vontades. Essas horas são o término de toda a longa preparação revelada pela Bíblia e o cumprimento de tudo aquilo que Deus quis fazer pelos homens. E assim, este breve momento de triunfo terrestre do Cristo adquire uma significação eterna. Ele introduz a realidade do Reino de Deus no nosso tempo, em cada uma de nossas horas, fazendo deste Reino aquilo que dá ao tempo o seu sentido, sua finalidade última. A partir dessa hora, o Reino é revelado ao mundo e sua presença julga e transforma a história humana. E quando do momento mais solene da celebração litúrgica, nós recebemos um ramo das mãos do padre, nós renovamos nossa promessa a nosso Rei, e nós confessamos que o seu Reino é o único objetivo de nossa vida, a única coisa que dá um sentido a ela. Nós confessamos também que tudo, na nossa vida e no mundo, pertence ao Cristo, que nada pode ser subtraído ao único e exclusivo Mestre e que nenhum domínio de nossa existência escapa de seu império e de sua ação redentora. Enfim, nós proclamamos a universal e total responsabilidade da Igreja com relação à história da humanidade e nós afirmamos sua missão universal.

No entanto, nós sabemos, o Rei que os judeus aclamam hoje, e nós com eles, se encaminha para o Gólgota, para a cruz e para o túmulo. Nós sabemos que este breve triunfo é apenas o prólogo de seu sacrifício. Os ramos em nossas mãos significam, desde então, nosso ardor em segui-lo no caminho do sacrifício, nossa aceitação do sacrifício e nossa renúncia a nós mesmos, em que reconhecemos a única estrada real que conduz ao Reino.

E, finalmente, os ramos, essa celebração, proclamam nossa fé na vitória final do Cristo. Seu Reino ainda está oculto e o mundo o ignora. O mundo vive como se o acontecimento decisivo jamais tivesse ocorrido, como se Deus não tivesse morrido na cruz e como se, nele, o homem não tivesse ressuscitado dentre os mortos. Mas nós, cristãos, cremos, na chegada desse Reino onde Deus será tudo em todos, e onde o Cristo aparecerá como o único Rei.

As celebrações litúrgicas nos relembram acontecimentos passados; mas todo o sentido e toda a virtude da liturgia consistem precisamente em transformar a lembrança em realidade. Neste Domingo de Ramos, a realidade em questão é a nossa própria implicação neste Reino de Deus, é nossa responsabilidade a seu respeito. O Cristo não entra mais em Jerusalém; ele o fez de uma vez por todas. Ele não cuidou do "símbolo" e, certamente, não foi para que nós possamos perpetuamente "simbolizar" sua vida, que ele morreu na cruz. O que ele espera de nós, é um real acolhimento do Reino que ele nos trouxe. . . e se nós não estivermos prontos a sermos totalmente fiéis ao juramento que renovamos a cada ano, o Domingo de Ramos, se de fato não estivermos decididos a fazer do Reino a base de toda nossa vida, então nossa celebração é vã, vãos e sem significado são os ramos que levamos da igreja para nossas casas.

Fonte:

Alexandre Schmémann, Olivier Clément. «O Mistério Pascal - Comentários Litúrgicos»

O Domingo de Ramos

(Comentário I)

Jerusalém, há séculos, foi um símbolo de todos os povos do mundo. A Igreja reúne hoje este sinal mais uma vez mais. E, assim como Jerusalém viveu aquele Domingo de Ramos à luz de sua esperança, suas realidades de então, agora, cada cidade, cada nação, cada povo, cada homem, neste domingo, encarna essa esperança que Cristo traz às realidades de nossas vidas.

A liturgia não é uma mera recordação: a liturgia é ἀνάάµμνησις “com-memoração" e, portanto, uma presença, um sinal de realidades. A realidade é que nesta tempo Cristo está entrando aqui, em nossas realidades: Jerusalém é um símbolo do meu ser e da minha existência; e onde quer que o Domingo de Ramos esteja sendo celebrado, como há vinte séculos, Cristo está entrando em Jerusalém na realidade da minha vida. É minha decisão deixá-lo entrar, ou não.

Portanto, a partir deste pórtico solene da Semana Santa, estamos todos convidados a viver este tempo não como uma memória do passado, mas intensamente, com a esperança, com a angústia, com os projetos, com os fracassos do nosso mundo de hoje, para que Cristo nos acolha, assim como, há vinte séculos, acolheu Jerusalém e ao mundo inteiro que havia de viver de sua Redenção.

À luz desta celebração e para que vivamos mais plenamente nossa Semana Santa, se nos apresentam essas perguntas que poderiam – mesmo "ludicamente" – estar presente na consciência de cada cristão no curso desta Semana Santa:

—Quem é aquele que entra em Jerusalém, e que carregará a cruz, aquele que morrerá entre terríveis ignominias?

—O que Cristo encontra quando entra em Jerusalém e o que Cristo encontra aqui agora?

—Que compromisso a fé nesse Cristo que ainda vive resgatando nossa Pátria e o mundo inteiro implica para nós, seu povo fiel?

—E, finalmente: deixarei Cristo entrar em minha alma? Ou, como a multidão, cantarei vitória? Irei abandoná-lo dias depois? Ou me juntarei às vaias a pedir que o matem com a mesma voz que clamei Hosana?

Muitas caracterizações e personagens ocorreram naqueles dias em que Jesus entrou vitoriosamente em Jerusalém e foi crucificado; com quem me identificaria? Qual é hoje o meu caráter?

Fonte:

Boletim da Arquidiocese Ortodoxa de Buenos Aires e Exarcado da América do Sul, 2020.

O Domingo de Ramos

(Comentário II)

"Bendito aquele que vem em nome do Senhor"

Esta é a festa de Cristo, o Rei, que é alegremente acolhido pelas crianças em sua entrada em Jerusalém, mas também por todos nós em nossos corações. "Bendito é aquele que vem...", que vem não tanto do passado, mas do futuro: porque no Domingo de Ramos damos boas-vindas não só ao Senhor que entrou em Jerusalém montando um jumentinho há muito tempo, mas também ao Senhor que voltará em seu poder e admirável glória, como o Rei do século futuro.

Palmas e ramos são abençoados e os levamos em nossas mãos juntamente com as velas para a sequência dos ofícios litúrgicos. O início do seguinte stichirá é repetido várias vezes durante o ofício: "Neste dia a graça do Espírito Santo nos reuniu”. É possível ver aqui a prática de Santo Eutímio, São Savas e de outros monges palestinos dos séculos V e VI. Eles que, após a festa da Epifania deixavam seus monastérios para fazer um retiro quaresmal no deserto, sozinhos ou acompanhados, e se mantinham nas semanas seguintes em silêncio e oração contínua, comendo apenas raízes silvestres. Mas, durante a tarde do sexto sábado da Quaresma, todos voltavam aos seus respectivos monastérios para a Vigília de Domingo de Ramos, a fim de celebrar a Semana Santa com a fraternidade.

Em diversas paróquias isoladas no mundo ocidental, algo parecido acontece todos os anos. Membros das paróquias que estão espalhados, vivendo longe das suas igrejas e não podendo participar assiduamente nas liturgias, começam a aparecer na igreja para a Vigília do Domingo de Ramos, e quando a Semana Santa prossegue, seu número vai constantemente aumentando.

Que neste Domingo de Ramos, como os monges da Antiga Palestina, nós, no século XX, possamos realmente dizer: "Neste dia a graça do Espírito Santo nos reuniu”.

Fonte:

A SEMANA SANTA - Uma breve explanação. Madre Maria e Kallistos Ware (Metropolita Titular de Diokleia)

Publicação: Arquidiocese Ortodoxa de Buenos Aires e Exarcado da América do Sul.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém (Nona Edição Revista e Ampliada). São Paulo: Paulus, 2013

 

Bênção de Ramos

Senhor, nosso Deus,
Tu que repousas sobre os Querubins e és louvado pelos Serafins;
que por teu grande poder, sábia providência e imensa bondade,
enviaste teu Filho unigênito para salvar o mundo
por sua cruz, sepultamento e ressurreição;
Ele, que ao chegar a Jerusalém
para, voluntariamente, padecer a sua Paixão,
foi recebido pelo povo que estava nas trevas e na sombra da morte,
levando em suas mãos, palmas e ramos de oliveira,
símbolo da vitória e prenúncio da ressurreição:
Tu, Senhor, guarda-nos, a nós que, imitando-os,
te oferecemos ramos de oliveira e palmas;
e dá-nos a inocência das crianças e a mansidão dos adolescentes
que te louvaram naquele dia festivo,
para que te aclamemos: «Hosana nas alturas!»
Perdoa-nos, a nós pecadores, a fim de que,
no meio dos louvores e dos hinos espirituais,
sejamos dignos da Ressurreição ao terceiro dia,
de teu Filho unigênito, Nosso Senhor e Salvador Jesus†Cristo com o
qual és bendito, com o teu santíssimo, bom e vivificante Espírito,
agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém.

 

 

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