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Suplemento Litúrgico para os Domingos e Grandes Festas Domingo, 02 de Fevereiro de 2020: 
 
 
 

«Apresentação no templo de nosso Senhor
Deus e Salvador, Jesus Cristo»

(33º Domingo depois de Pentecostes (Modo 4 Plagal)

«Agora Senhor, deixa teu servo ir em paz,
segundo a tua palavra,
porque meus olhos viram a salvação
que preparaste ante face de todos os povos,
luz que brilhará sobre todas as nações
e glória do teu povo, Israel». (Lc 2, 29-33)

Matinas

Evangelho

[LC 2: 25-32]

Evangelho de Jesus†Cristo, segundo o Evangelista São Lucas.

aquele tempo, havia em Jerusalém um homem chamado Simeão que era justo e piedoso; ele esperava a consolação de Israel e o Espírito Santo estava nele. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não veria a morte antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espírito, ele veio ao Templo, e quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir as prescrições da Lei a seu respeito, ele o tomou nos braços e bendisse a Deus, dizendo: "Agora, Soberano Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra; porque meus olhos viram tua salvação, que preparaste em face de todos os povos, luz para iluminar as nações, e glória de teu povo, Israel".

Divina Liturgia

Issodikon

O Senhor fez conhecer a sua salvação;
manifestou sua justiça diante de todos os povos.

Salva-nos, ó Filho de Deus,
Tu que foste carregado nos braços do Justo Simeão,
a nós que a Ti cantamos: aleluia!

Apolitikion da Ressurreição (Modo 4 Pl.)

Desceste das alturas, ó Misericordioso,
e suportaste a sepultura por três dias
para nos libertar dos sofrimentos.
Senhor, nossa vida e nossa ressurreição, glória a Ti!

[Em grego]

Εξ ύψους κατήλθες ο εύσπλαγχνος,
ταφήν κατεδέξω τριήμερον,
ίνα ημάς ελευθέρωσης των παθών.
Η ζωή και η ανάστασις ημών, Κύριε δόξα σοι.

Apolitikion da Festa (Modo 1)

Salve ó Virgem, Mãe de Deus, cheia de graça,
pois de ti nasceu o Sol da justiça, o Cristo nosso Deus,
iluminando os que estavam nas trevas.
Rejubila-te, ó justo Ancião, ao receber em teus braços
Aquele que libertou as nossas almas e nos deu a Ressurreição.

(Em grego)

Χαίρε, κεχαριτωμένη Θεοτόκε Παρθένε,
εκ σου γαρ ανέτειλεν ο Ήλιος της δικαιοσύνης,
Χριστός ο Θεός ημών, φωτίζων τους εν σκότει.
Ευφραίνου και συ, Πρεσβύτα δίκαιε,
δεξάμενος εν αγκάλαις, τον ελευθερωτήν των ψυχών ημών,
χαριζόμενον ημίν και την Ανάστασιν.

Kondakion da Festa (Modo 1)

Tu, que santificaste, pelo teu nascimento, o seio virginal
e abençoaste, como era necessário, as mãos de Simeão,
salvaste-nos agora ao preceder-nos, ó Cristo nosso Deus.
Guarda, pois, em paz teu povo durante as guerras
e fortalece a tua Igreja, ó único amigo da humanidade!

Prokimenon

Minha alma glorifica o Senhor,
meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador.

Porque voltou seus olhos para a humildade de sua serva;
doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada.

Epístola

[HB 7: 7-17]

Epístola aos Hebreus.

rmãos, é fora de dúvida que o inferior é abençoado pelo superior. Além do mais, os que aqui recebem o dízimo são mortais, ao passo que ali se trata de alguém do qual se diz que possui a vida. E por assim dizer, na pessoa de Abraão submeteu ao dízimo até mesmo Levi, que recebe o dízimo. Pois ele ainda estava nos rins do seu antepassado quando se deu o encontro com Melquisedec. Portanto, se a perfeição fora atingida pelo sacerdócio levítico - pois é nele que se apoia a Lei dada ao povo - que necessidade haveria de outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedec, e não "segundo a ordem de Aarão"? Mudado o sacerdócio, necessariamente se muda também a Lei. Ora, aquele a quem o texto citado se refere pertencia a outra tribo, da qual membro algum se ocupou com o serviço do altar. É bem conhecido, de fato, que nosso Senhor surgiu de Judá, tribo a respeito da qual Moisés nada diz quando se trata dos sacerdotes. Mais claro ainda se torna isto quando se constitui outro sacerdote, semelhante a Melquisedec, não segundo a regra de prescrição carnal, mas de acordo com o poder de vida imperecível. Pois diz o testemunho: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec. Assim sendo, está ab-rogada a prescrição anterior, porque era fraca e sem proveito. De fato, a Lei nada levou à perfeição; e está introduzida uma esperança melhor, pela qual nos aproximamos de Deus..

Aleluia

Agora, Senhor,
podes deixar teu servo ir em paz, segundo a tua palavra.

Porque meus olhos viram a tua salvação
luz para iluminar as nações e glória de Israel, teu povo.

Evangelho

[LC 2: 22-40]

Evangelho de Jesus†Cristo, segundo o Evangelista São Lucas.

aquele tempo, Qqando se completaram os dias para a purificação, segundo a Lei de Moisés, levaram (Jesus) a Jerusalém a fim dede apresentá-lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor: Todo macho que abre o útero será consagrado ao Senhor, e para oferecer em sacrifício, como vem dito na Lei do Senhor, um par de rolas ou dois pombinhos. E havia em Jerusalém um homem chamado Simeão que era justo e piedoso; ele esperava a consolação de Israel e o Espírito Santo estava nele. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não veria a morte antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espírito, ele veio ao Templo, e quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir as prescrições da Lei a seu respeito, ele o tomou nos braços e bendisse a Deus, dizendo: "Agora, Soberano Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra; porque meus olhos viram tua salvação, que preparaste em face de todos os povos, luz para iluminar as nações, e glória de teu povo, Israel". Seu pai e sua mãe estavam admirados com o que diziam dele. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: "Eis que este menino foi posto para a queda e para o soerguimento de muitos em Israel, e como um sinal de contradição - e a ti, uma espada traspassará tua alma! - para que se revelem os pensamentos íntimos de muitos corações". Havia também uma profetisa chamada Ana, de idade muito avançada, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Após a virgindade, vivera sete anos com o marido; ficou viúva e chegou aos oitenta e quatro anos. Não deixava o Templo, servindo a Deus dia e noite com jejuns e orações. Como chegasse nessa mesma hora, agradecia a Deus e falava do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Terminando de fazer tudo conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. E o menino crescia, tornava-se robusto, enchia-se de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.

Hirmos

Ó Mãe de Deus, esperança de todos os cristãos,
preserva e protege os que confiam em Ti.
Ó fiéis, descobrindo velada, na sombra da lei, esta figura:
«todo varão primogênito será consagrado a Deus»;
glorifiquemos o Filho Primogênito, Verbo do Pai eterno,
Primogênito de uma Mãe que não conheceu varão.

Kinonikon

Tomarei o cálice da salvação
e invocarei o nome do Senhor!
Aleluia, aleluia, aleluia!

OBS.: Na Bênção Final: «Que, aquele que quis ser carregado nos braços do justo Simeão para nossa salvação, o Cristo ...»

A festa da Apresentação no templo de nosso Senhor Deus e Salvador, Jesus Cristo»

«Hoje, com Simeão e Ana, contemplamos o Divino Menino,
o Verbo feito Carne, que é conduzido ao Templo.
Aquele que foi dar cumprimento à Antiga Lei,
como plenamente homem, fez alegrar o coração do povo
que esperava o Messias prometido, como Divino Filho Encarnado.»

(S. João Crisóstomo)

uarenta dias após o nascimento, completados os dias da purificação de Maria, conforme prescrito nas Leis de Israel, o Menino Jesus foi apresentado no Templo para ser consagrado ao Senhor, manifestando a abertura de seu coração à vontade de Deus e à cultura do seu povo. A apresentação do Primogênito equivale a um ato de consagração ao Senhor acompanhado da oferta sacrificial de um par de rolas ou de pombinhos, a oferenda dos pobres.

«Maria, a Virgem Mãe, a primeira a ser verdadeiramente o Templo Santíssimo de Deus vivo, aquela que é toda pura e toda santa, sem necessidade cumpriu o ritual da purificação, levou o Primogênito de Deus ao templo para realizar o que foi prometido a Simeão.» (São Basílio)

Jesus

A Festa da Purificação e da Apresentação do Senhor no Templo é também conhecida como a «Festa da Candelária», devido à procissão de velas que é realizada neste dia, principalmente na Igreja de Jerusalém e nas de tradição eslava. Este rito das velas tem origem nas palavras de Simeão referindo-se ao Menino, «Luz que brilhará sobre todas as nações, e glória do teu povo, Israel.».

São Cirilo de Alexandria exortava que «celebremos o mistério deste dia com lâmpadas flamejantes.». Jesus é a Luz do mundo que ilumina a todos que estão nas trevas. É fonte e principio da luz eterna que faz brilhar no coração de seus filhos a Luz que não se extingue.

A Festa da Apresentação também recebe o nome de "Festa do Encontro" ou "Hypapántê" sublinhando o encontro do velho Simeão com Jesus. É a humanidade que se reconcilia com a Divindade. É as bodas entre Deus e seu povo. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao templo onde encontrou José e Maria que conduziam o Menino, cumprindo desta forma, a Lei. Simeão tomou-O em seus braços e bendisse a Deus:

«Agora Senhor,
deixa teu servo ir em paz, segundo a tua palavra,
porque meus olhos viram a salvação
que preparaste ante face de todos os povos,
luz que brilhará sobre todas as nações,
e glória do teu povo, Israel». (Lc 2, 29-33)

Deste modo, Cristo é apresentado por Simeão ao mundo como Sacramento do encontro e da reconciliação com Deus. Logo, tal encontro passa necessariamente pela mediação da humanidade de Jesus. A aceitação deste mistério dá nova dimensão à fé. Constitui-se na absoluta necessidade de se encontrar Deus, único Autor da Salvação, na pessoa humano-divina de Jesus. O Santo Encontro entre o velho Simeão e o Menino Jesus representa o encontro entre o Antigo Testamento (Hebreu) com o Novo Testamento (Cristão):

«Na pessoa do Menino, acontece a convergência entre a Antiga e a Nova Lei. É o ponto de chegada daqueles que tanto esperavam o Messias e o ponto de partida para aqueles que vivem a plenitude dos tempos, onde o Reino de Deus se faz presente entre os homens.» São Clemente de Alexandria. A idade avançada daquele que recebe o Menino nos braços indica a longa espera do povo hebreu frente à novidade recente da promessa cumprida. Por isso, durante a festa canta-se: «O velho Simeão leva o Menino, mas o Menino é quem o conduz.»

Contemplando o Ícone da festa, observamos que resplandece a pessoa do Menino que é apresentado como Senhor e Redentor. Seu rosto não está voltado para a sua mãe, mas para Simeão. Este O recebe em seus braços e seu corpo está inclinado, formando como que um receptáculo que acolhe o Rei de Israel.

De pé sobre um estrado, para simbolizar sua dignidade sacerdotal, tem as mãos cobertas em sinal de veneração e humildade, formando um pequeno trono para o Menino. Um pouco mais atrás, está a profetisa Ana que aponta com o dedo para o menino, simbolizando que também ela contempla o Salvador aguardado por tantas gerações.

A Mãe de Deus, ligeiramente inclinada, eleva suas mãos, também cobertas, num gesto de oferenda. Importante que observemos que o Salvador não se encontra em seus braços. Esta estranha distância entre o Menino e sua Mãe, estão iconografadas na cena de Belém, onde o menino se encontra deitado na manjedoura, e na Festa da Apresentação. Todos os demais ícones de Maria com o Menino mostram a Virgem segurando a Divina criança em seus braços. São João Crisólogo se refere a este fato dizendo:

«Os braços da Mãe que antes era Trono do Salvador, oferecendo o mais precioso dos Dons ao Altíssimo, sente saudades de portar o Rei da Glória. O Cordeiro, ciente que sua vida é pura oblação em prol da humanidade que veio regenerar, deixa os braços calorosos da Mãe e se entrega aos braços da Antiga Lei, como obediente servo de Deus.» São João Crisólogo.

A disposição das figuras ao fundo acentua a relevância daqueles que aparecem em primeiro plano. O templo central indica o lugar donde acontece o encontro. Os dois edifícios laterais, unidos por um véu vermelho, simbolizam que as bodas entre Deus e a humanidade se realizaram com a vinda do Salvador.

«Sião, adorna tua câmara nupcial e recebe o Cristo Rei.
Acolhe com amor a Maria, Porta do Céu,
pois ela tem em seus braços o Rei da glória,
luz nova que resplandece.
A Virgem avança, apresentando a seu Filho,
engendrado antes da Aurora.
Simeão O recebe em seus braços
e anuncia ao povo que é o Senhor da vida e da morte,
o Salvador do Mundo.»

(Canto de Procissão da Candelária)

Ao ver o Filho de Deus em seus braços, Simeão se certificou que os homens receberiam a filiação divina e estavam salvos. (Gl 4,4-7). Somos assim agraciados com o título de filhos no Filho e por isso podemos chamar a Deus de Pai. (Ef 1,5;2,18).

Que possamos nesta festa da Igreja ser apresentados ao Senhor, plenamente renovados pelas luzes do Espírito Santo, e que Ele realize em nós a obra da sua Misericórdia como fez com Simeão, dando-nos a alegria de ter, não somente nos braços, mas em nossos corações, o próprio Cristo, Pão Vivo que desceu do Céu.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém (Nona Edição Revista e Ampliada). São Paulo: Paulus, 2013.

WEITZMANN, Kurt. Revista Fuentes: "Las Doce Fiestas", Anuário 1994

GOMES, C. Folch, Antologia dos Santos Padres. São Paulo: Ed. Paulinas (3ª Ed.)

 

«Luz para se revelar às Nações»

aúdo-Te e louvo-Te, ó cheia de graça; trouxeste ao mundo a Misericórdia que veio sobre nós. Foste Tu quem preparou este círio que hoje recebo em minhas mãos. Foste Tu quem deu a cera a esta chama… porque, Mãe sem corrupção, revestiste de carne sem corrupção o Verbo incorruptível.

Vamos, irmãos! Vede o círio que hoje arde entre as mãos de Simeão! Vinde buscar nele a luz, vinde acender nele as vossas velas, quero dizer, as lâmpadas que o Senhor quer ver entre as vossas mãos (Lc 12, 35). «Voltai-vos para Ele e ficareis radiantes» (Sl 33, 6). Não tanto por levardes círios nas mãos como por serdes vós mesmos círios que brilham por dentro e por fora, para vosso bem e para o dos outros: … Jesus iluminará a vossa fé, fará brilhar o vosso exemplo, inspirar-vos-á uma palavra de bem, tornará ardente a vossa oração, purificará a vossa intenção…

E para ti que possuis interiormente tantas lâmpadas acesas, quando se extinguir a chama desta vida, brilhará a luz da vida que não se extingue. Aparecerá para ti, no ocaso, o esplendor do meio-dia. No momento em que julgues extinguir-te, erguer-te-ás como a estrela da manhã (Jb 11, 17) e as trevas brilharão como a luz em pleno dia (Is 38, 10). Já não haverá sol durante o dia nem a luz da lua te iluminará, mas o Senhor será a tua luz eterna (Is 60,19), porque a lâmpada da nova Jerusalém é o Cordeiro (Ap 21, 23), a Ele a bênção e a glória pelos séculos dos séculos! Amém.

«Homilia para a Festa das Luzes»

«Eu vim como a luz ao mundo,
para que todo aquele que crê em Mim
não permaneça nas trevas» (Jo 12, 46)

amos ao encontro de Cristo, todos nós que veneramos o Seu mistério com fervor, avancemos para Ele de todo o coração. Quando todos, sem excepção, participarem neste encontro, que todos levem as suas luzes. Se os nossos círios dão semelhante luz, é antes de mais para mostrar o esplendor divino Daquele que vem, Daquele que faz resplandecer o universo e o mundo com uma luz eterna, que afasta as trevas do mal. É também, e sobretudo, para manifestar com que esplendor da nossa alma devemos ir ao encontro de Cristo. Com efeito, tal como a Mãe de Deus, a Virgem puríssima, trouxe nos seus braços a luz verdadeira, para ir ao encontro “daqueles que se encontravam nas trevas” (Is 9, 1; Lc 1, 79), assim também nós, iluminados pelos seus raios, e tendo na mão uma luz visível para todos, apressemo-nos a ir ao encontro de Cristo.

É evidente que, dado que a luz veio a este mundo (Jo 1, 9), iluminando os que estavam nas trevas, porque nos visitou a “luz do alto” (Lc 1, 78), esse mistério é o nosso mistério. […] Corramos, pois, todos juntos, vamos todos ao encontro de Deus. […] Deixemo-nos iluminar a todos por Ele, meus irmãos, tornemo-nos todos resplandecentes. Que nenhum de nós permaneça afastado desta luz, como se fosse um estrangeiro; que nenhum se obstine em permanecer mergulhado na noite. Pelo contrário, avancemos para a claridade; caminhemos, iluminados, ao seu encontro, e recebamos, com o velho Simeão, esta luz gloriosa e eterna. Com ele exultemos de todo o coração e cantemos um hino de acção de graças a Deus, Pai da luz (Tg 1,17), que nos enviou a claridade verdadeira, para nos tirar das trevas e nos tornar resplandecentes.

Graças a Cristo, também nós vimos salvação de Deus, que Ele preparou “em favor de todos os povos”, e que manifestou para “glória de Israel” (Lc 2, 30-32). E também nós fomos libertados da noite do nosso pecado, como Simeão o foi dos laços da vida presente, ao ver Cristo.

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