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Pacômio recebendo a orientação do Anjo

Pacômio: o precursor do monacato cenobítico

por Cristiane Tavares

estudo da origem do monacato e do seu desenvolvimento revela um fenômeno tardio dentro do cristianismo, uma corrente que surge no século III e ganha força durante todo o período tardo-antigo, chegando a Idade Média como conservador e propagador da cultura greco-romana.

O monasticismo cristão deve ser compreendido como uma resposta a secularização da igreja, porém não se pode restringir esse movimento apenas no campo religiosos, pois suas raízes também são políticas, econômicas e culturais[1]. Todos esses elementos são refletidos nos desertos do Egito, onde milhares de pessoas se refugiaram pelos mais variados motivos, levando uma vida de austeridade na solidão ou em comunidade. Este fenômeno religioso tem no bojo um outro de caráter político caracterísitico do Egito e, ainda o próprio desenvolvimento da igreja cristã nesta província romana.

Entender o porquê do monacato ter se originado no Egito não é tarefa simples, pois vários fatores contribuíram para este movimento, mas muita pesquisa tem sido feita neste sentido e demonstram que no Egito era comum ter indivíduos se deslocando para o deserto como forma de fugir das dívidas, dos impostos, por problemas judiciais, e como forma de protesto contra o governo e a dominação romana. Eram camponeses endividados, ladrões, assassinos, revoltados com a política vigente. Ir ao deserto era, ao mesmo tempo, fuga e desabafo[2].

Neste século III, o império romano enfrentava uma das maiores crises da sua história, afetando todos os âmbitos sociais. O Egito era uma das províncias mais ricas do império, produtora de cereais essenciais para a economia. Os altos impostos, a inflação e a desvalorização da moeda, entre outros aspectos, agravaram as condições de vida dos camponeses que partiam para o ermo, os quais na província egípcia, desde o tempo dos faraós, eram denominados anakhoretai[3], que significa “afastar-se”. Na época de perseguições, os cristãos também usavam deste artifício para defenderem suas vidas e crença.

Outro fator que contribuiu para o surgimento do monacato no Egito foi o desenvovimento da igreja cristã nesta região. O cristianismo foi difundido rapidamente nas grandes cidades, Corinto, Roma, Jerusalém, Alexandria, porém ínfima foi, até este século, sua penetração nos meios rurais. Isto é notório, pois ainda no século VII a igreja encarava o paganismo no meio campesino[4]. Os cristãos egípcios, na sua maioria camponeses, ficavam à margem dos acontecimentos da Igreja, poucos eram seus líderes espirituais, tão necessários num momento conturbado como o do século III. A própria atitude de Roma em relação ao Egito, a pressão tributária sobre os camponeses, propriciou a vida eremitíca[5].

O monacato, portanto, foi produto de sua época e do cristianismo, como não poderia deixar de ser. A palavra monachos já existia e denominava, primeiramente, os solitários (monos = só) e eremitas (eremos = deserto)[6]; muitos padres que buscavam fora da hierarquia da Igreja o cristianismo puro, sem intermediários entre Deus e o homem. Este modelo de vida ascética atraiu muitos outros que passaram a visitar os chamados “Padres do Deserto” e a habitar ao redor deles. Assim se formaram inúmeras comunidades eremitas que se inciaram com o exemplo e a iniciativa de um anacoreta. O mais famoso nome do anacoretismo é Santo Antônio, o qual nasceu em Qeman, ao sul de Mênfis no ano de 251, numa família cristã abastada. Aos vinte anos, orfão, abre mão de sua herança e dedica-se até 365 a prática do asceticismo[7]. Sua vida e obra foram divulgadas por Atanásio, aumentando a influência desses padres no Oriente e no Ocidente, sendo comum peregrinações no deserto para pedir-lhes conselhos, orações e bençãos.

Esses agrupamentos anacoréticos isolados do mundo viviam em conformidade com o modelo devida ascética e de contemplação do seu líder espiritual. A Bíblia oferece vários exemplos e normas de vida religiosa, o que possibilitou as mais variadas interpretações, cada qual com sua peculiaridade, tendo por fundamento a procura constante de um asceticismo mais elevado, é a milícia da alma contra o corpo, citada por São Paulo na carta aos cristãos de Gálatas[8]. Cada comunidade procurava aumentar e intensificar suas práticas ascéticas, exceder os jejuns, as vigílias, o silêncio, chegando ao exagero, prejudicando a saúde física. O individualismo imperava no deserto. Além dessa falta de uniformidade entre os anacoretas, a rivalidade entre um grupo e outro era freqüente, o que se chocava com o sentido de se viver no deserto, libertação dos vícios. Foi com o intuito de evitar, não só os problemas acima citados, como o perigo do isolamento no deserto, que esses agrupamentos foram se organizando em torno de algumas normas gerais, dividindo o tempo e o espaço físico para atender a necessidade de todos. Tentativas foram feitas neste sentido, não sem gerar conflitos e dissidências. Entre estes “reformadores”, Pacômio se destaca ao escrever um conjunto de regras para o grupo de monges que dirigia.

Pacômio nasceu na Alta Tebaida, aldeia Esne, em 292. De família pagã, foi recrutado com aproximadamente vinte anos para servir ao exército imperial, onde teve contato com cristãos, favorecendo sua conversão. Tornou-se um anacoreta tendo como guia Palamón[9]. Depois de sete anos, conta-nos Paládio que Pacômio ao visitar o deserto de Tabenese um anjo lhe teria entregue as regras para o mosteiro, assim como o lugar do estabelecimento do mesmo[10]. Apesar do misticismo que envolve a fundação do primerio mosteiro pacomiano e formulação das regras, fica evidente que Pacômio, pela sua experiência, percebeu que o individualismo existente e o número cada vez mais elevado de monges tornava o anacoretismo ineficaz para suprir as necessidades de todos, tanto espiritual como materialmente. Com relação as regras pacomianas restam apenas fragmentos em copto, existem, porém, as versões em grego na História Lausíaca de Paládio, monge que viveu na Palestina no século IV, e a versão latina de São Jerônimo do ano de 404[11], uma tradução do texto em grego. Há ainda uma versão etíope apócrifa das regras[12], onde encontra-se trechos contidos nas versões grega e latina, mas há partes omitidas como também a inclução de uma terceira regra, de datação muito posterior, não citada em nenhuma das duas outras versões. Os esparsos fragmentos da obra original não permitem identificar e autenticar as versões posteriores, contudo no conjunto das versões disponíveis é possível perceber a preocupação de Pacômio em estabelecer bases para a comunidade eremítica, o qual ao fundar seu primeiro mosteiro, em Tabenese no ano de 323, procurou congregar o ideal do anacoreta com uma organização no sentido físico, material e espiritual.

O mosteiro pacomiano tinha uma estrutura rígida, hierárquica balizada na disciplina e na obediência, influência do exército imperial[13]. O mosteiro, formado por vários edifícios ou casas, era construído dentro de muralhas, encontrava-se dentro desse recinto uma igreja, um refeitório, uma cozinha, uma hospedaria e uma biblioteca. Cada edifício, com um grupo de 20 à 40 monges obedientes ao seu prepósito, caracterizava-se pelo tipo de trabalho realizado; padaria, trabalhos manuais com lã, agricultura, enfermaria, sapataria, carpintaria, entre outros[14]. Cada monge tinha liberdade de escolher a atividade que iria exercer. Segundo o número de membros, o mosteiro poderia possuir de trinta a quarenta casas, as quais constituíam, em número de três a quatro, uma tribo com seu representante[15]. E, acima destes estava um monge, responsável por todos, auxiliado por um outro que era encarregado da administração econômica da comunidade. Esta forma de organização interna remonta uma aldeia egípcia[16], facilitando o desenvolvimento econômico do mosteiro e a união pessoal dos monges, articulada com a origem parecida dos mesmos e a língua copta falada pela maioria. Já as reuniões públicas aconteciam três vezes durante o dia e uma vez à noite, eram nos momentos de oração e das refeições, incluindo as missas de sábado e domingo[17].

Pacômio fundou nove mosteiros masculinos e dois femininos, o primeiro para mulheres foi fundado em 340 para sua irmã Maria[18]. O conjunto destes mosteiros formavam uma congregação sob a autoriadade geral do próprio Pacômio, o qual nomeava o dirigente de cada mosteiro. Duas vezes por ano, na Páscoa e no mês de agosto, os representantes dos mosteiros se reuniam com ele a fim de tratar de assuntos referentes as comunidades e da administração econômica das mesmas[19].

Para alguns autores as fundações pacomianas representavam para os camponeses, que recorriam aos mosteiros, como uma nova forma de cooperação econômica[20], pois os produtos produzidos nos mesmos eram comercializados nas grandes cidades como Alexandria, garantindo a subsistência. Este aspecto econômico possibilitou o desenvolvimento dos mosteiros tornando-os prósperos, autosuficientes, trazendo estabilidade e abrindo o caminho para novos inovadores do monacato. Outra característica importante é a preocupação com a instrução dos monges, a implementação de bibliotecas e o ensino para que pudessem ler por si próprios as Escrituras Sagradas, estas são novidades originárias com o mosteiro pacomiano tornaram-se fundamentos correntes dentro dos cenóbios que surgiram posteriormente, elevando-os a centros de cultura e de saber.

Esta proposta pacomiana de koinonia, vida em comum, respeitava a individualidade de cada monge, haviam regras e costumes gerais, porém sua personalidade, gosto pessoal a um determinado trabalho, sua alimentação, seu jejum, seu silêncio, eram tolerados em função do ideal de vida anacorética. A regra pacomiana determinava, por exemplo, que não se devia impedir que um monge comesse ou ficasse em jejum, porém o trabalho seria proporcional a sua força[21]. A regra estipulava ainda que cada monge fosse classificado dentro de 24 seções, segundo determinada característica de seu comportamento, representadas por uma letra do alfabeto grego, assim os designados por iota era os mais simples e mais puros, já os designados por xi os de maiores dificuldades e perversos. Somente os membros do mosteiros sabiam o significado de cada letra[22]. Portanto, percebe-se que a vontade própria e a personalidade dos monges eram respeitadas. Posteriormente, as regras para essas comunidades passaram a exigir a renúncia de si mesmo, a obediência completa à vontade do Abade. É o modelo proposto por São Basílio, bispo de Cesaréia, que em 360 redige suas Regras Monásticas[23], adaptando a vida ascética ao mundo grego e atribuindo ao monasticismo um verdadeiro caráter comunitário. Basílio Magno reproduziu em seus textos não mais o ideal anacoreta da solidão no deserto, representado por Elias ou Jesus, mas um ideal proposto no livros Atos dos Apóstolos da comunidade primitiva cristã[24], visando reproduzir este ideal na Igreja do Oriente.

Muitos autores consideram que a comunidade pacomiana foi o primeiro mosteiro cenobítico[25]. É certo que havia uma regra, divisão de trabalho, espaço físico limitado, hierarquia, entretanto, com base nas seguintes indagações pode-se questionar o caráter cenobítico das fundações pacomianas, pois, em primeiro lugar a regra de Pacômio não recebeu a benção da Igreja, que via com maus olhos essa multidão de anacoretas da qual não tinha controle e nem jurisdição. A relação com a Santa Sé era de respeito de ambos os lados, contudo, mais em função do prestígio dos anacoretas de que boa vontade da Igreja. Fontes demonstram que, durante o período Tardo-Antigo e Idade Média, os anacoretas afrontaram a Santa Sé, que insistia para que estes se colocassem debaixo de uma regra já consolidada, como aconteceu com os ancoretas de Tournai, guiados por Odón, por volta do ano 1000, sendo obrigados por falta de apoio da população e do bispo da cidade, além da pressão da Igreja, há fazerem parte de um mosteiro cisterciense[26]. Em segundo lugar, Pacômio e seus monges não receberam nenhuma ordenação, por vezes recusavam a mesma, a ligação com a hierarquia da Igreja não os interessava[27]. E em terceiro, a preocupação evidente na regra pacomiana era promover uma unicidade nos exercícios ascéticos e uma base econômica para o mosteiro, sem condenar a vida na solidão, mas congregando o modelo a uma base sólida de acordo com o momento de grande adesão ao anacoretismo. Os monges pacomianos, portanto, não são cenobítas, como foram os basilianos, eram antes anacoretas vivendo debaixo do exemplo de seu guia, Pacômio.

Notas:

[1] BROWN, Peter. O Fim do Mundo Clássico: de Marco Aurélio à Maomé. Lisboa: Verbo, 1972, pg 35-46.

[2] TEJA, Ramón. Monacato e História Social: Los orígenes del monacato y la sociedad del Bajo Imperio Romano. In: Emperadores, obispos, monjes, mujeres. Protagonistas del cristinismo antiguo. Madrid: Editorial Trotta, 1999, pg. 153.

MARROU, Henri & DANIÉLOU, Jean. Nova História da Igreja: Dos Primórdios à S. Gregório Magno. Petrópolis: Vozes, 1966, pg. 279.

[3] TEJA, Ramón. Monacato e História Social: Los orígenes del monacato y la sociedad del Bajo Imperio Romano. In: Emperadores, obispos, monjes, mujeres. Protagonistas del cristinismo antiguo. Madrid: Editorial Trotta, 1999, pg. 154.

[4] FRIGHETTO, Renan. Cultura e Poder na Antiguidade Tardia Ocidental. Curitiba: Juruá, 2000, pg. 24-35.

[5] TEJA, Ramón. Monacato e História Social: Los orígenes del monacato y la sociedad del Bajo Imperio Romano. In: Emperadores, obispos, monjes, mujeres. Protagonistas del cristinismo antiguo. Madrid: Editorial Trotta, 1999, pg. 152.

[6] LAPIERRE, Jean-Pie. Regras dos Monges: Pacômio, Agostinho, Bento, Francisco de Assis, Carmelo. São Paulo: Edições Paulinas, 1993, pg. 5.

[7] COLOMBAS, Garcia M. San Benito: Sua vida y su regla. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1954, pg. 13-14.

[8] Biblía. Gálatas. Português. Almeida, José Ferreira de. Tradução. Revista e Atualidade no Brasil. 2ed. Barueri-SP: Socieadade Bíblica do Brasil, 1993, cap. 5, vers. 17.

[9] COLOMBAS, Garcia M. San Benito: Sua vida y su regla. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1954, pg. 18.

[10] HISTÓRIA LAUSÍACA, pg. 20.

[11] SÃO JERÔNIMO, pg. 1.

[12] A tradução desses textos foi feita por René Basset e encontra-se no livro: LAPIERRE, Jean-Pie. Regras dos Monges: Pacômio, Agostinho, Bento, Francisco de Assis, Carmelo. São Paulo: Edições Paulinas, 1993, pg. 22.

[13] COLOMBAS, Garcia M. San Benito: Sua vida y su regla. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1954, 20.

[14] SÃO JERÔNIMO, pg. 1.

[15] SÃO JERÔNIMO, pg. 1.

[16] TEJA, Ramón. Monacato e História Social: Los orígenes del monacato y la sociedad del Bajo Imperio Romano. In: Emperadores, obispos, monjes, mujeres. Protagonistas del cristinismo antiguo. Madrid: Editorial Trotta, 1999, pg. 159.

[17] HISTÓRIA LAUSÍACA, pg. 20.

[18] MARROU, Henri & DANIÉLOU, Jean. Nova História da Igreja: Dos Primórdios à S. Gregório Magno. Petrópolis: Vozes, 1966, pg. 283.

HISTÓRIA LAUSÍACA, pg. 22.

[19] SÃO JERÔNIMO, pg. 1-2 e HISTÓRIA LAUSÍACA, pg. 21.

[20] ROUSSEAU, Ph. Pachomius: The Making of a Community in Fourth-Century Egypt. Berkeley: University of California Press, 1985,pg. 6ss.

[21] PALÁDIO, HISTÓRIA LAUSÍACA, pg. 20.

SÃO JERÔNIMO, pg. 4.

[22] PALÁDIO, HISTÓRIA LAUSÍACA, pg. 21.

SÃO JERÔNIMO, pg. 6-9.

LAPIERRE, Jean-Pie. Regras dos Monges: Pacômio, Agostinho, Bento, Francisco de Assis, Carmelo. São Paulo: Edições Paulinas, 1993, pg. 24.

[23] SÃO BASÍLIO MAGNO. As Regras Monásticas. Petrópoilis: Vozes, 1988.

[24] SÃO BASÍLIO MAGNO. As Regras Monásticas. Petrópoilis: Vozes, 1988, VII.

[25] MARROU, Henri & DANIÉLOU, Jean. Nova História da Igreja: Dos Primórdios à S. Gregório Magno. Petrópolis: Vozes, 1966, pg. 283.

COLOMBAS, Garcia M. El Monacato Primitivo. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1998, pg. 240.

COLOMBAS, Garcia M. San Benito: Sua vida y su regla. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1954, pg. 19.

GOMEZ, Jesus A. História de la vida religiosa: Desde las orígenes hasta la reforma cluniacense. Madrid: Instituto Teológico de las religiones, 1987, pg. 298.

[26] LE GOFF, J. La Baja Edad Media. 15ed. México: Siglo XXI (Col. História Universal v.11), 1985, pg. 101.

[27] SCHLESINGER, Hugo, & PORTO, Humberto. Líderes da Humanidade. São Paulo: Edições Paulinas, 1986, pg 80-83.

Referências Bibliográficas

FONTES CONSULTADAS:

Biblía. Português. Almeida, José Ferreira de. Tradução. Revista e Atualidade no Brasil. 2ed. Barueri-SP: Socieadade Bíblica do Brasil, 1993.

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BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

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BROWN, Peter. O Fim do Mundo Clássico: de Marco Aurélio à Maomé. Lisboa: Verbo, 1972.

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___________________. El Monacato Primitivo. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1998.

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